Incêndio nos laboratórios serviu de cenário para mais um simulacro do AEFP

Incêndio nos laboratórios serviu de cenário para mais um simulacro do AEFP

Incêndio nos laboratórios serviu de cenário para mais um simulacro do AEFP

Incêndio nos laboratórios serviu de cenário para mais um simulacro do AEFP

Desta feita, o exercício simulou um incêndio, seguido de uma explosão, nos laboratórios, situados na zona central do edifício da Escola Básica e Secundária Fernão do Pó, provocando seis vítimas, quatro com ferimentos ligeiros e duas com ferimentos graves.

Dado o alarme, docentes, estudantes e auxiliares, num total de cerca de mil pessoas, foram ordeiramente saindo do edifício em direção ao campo de râguebi, tendo a evacuação “decorrido sem qualquer problema e demorado cerca de quatro minutos e meio”, segundo o diretor do AEFP, Emanuel Vilaça.

O exercício envolveu as várias entidades ligadas à Proteção Civil, como foi o caso dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, que se deslocaram ao local com 19 bombeiros, apoiados por seis viaturas.

Envolvida esteve também a Guarda Nacional Republicana, tendo os respetivos elementos procedido ao controlo do trânsito nas imediações do edifício escolar, para facilitar o acesso das viaturas de emergência.

O simulacro contou ainda com a participação da Câmara Municipal, que fez deslocar até ao local uma retroescavadora e um camião para a remoção e transporte dos detritos.

Presente no simulacro, o presidente da Câmara Municipal, Dr. Ricardo Fernandes, acompanhado pelo vice-presidente Nuno Vicente e pelo vereador Vítor Fonseca, destacou a relevância da realização destas iniciativas e do papel desempenhado pelas forças de segurança.

Quem voltou a desempenhar um papel fundamental neste exercício foi o Grupo de Primeira Intervenção do AEFP, coordenado pelo professor Alberto Claudino, que tem como missão o levantamento da situação e a disponibilização de informação às forças de segurança.

Como explicou Emanuel Vilaça, este grupo é composto por vários alunos da escola que são bombeiros ou desejam ser bombeiros, e que tem uma função especifica na organização da evacuação e no apoiou ao socorro”.

A participação ativa destes alunos no exercício, como frisou o docente, “serve igualmente par sensibilizar os restantes alunos no sentido de se sentirem motivados a integrar o corpo dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, que é composto essencialmente por voluntários, algo que por vezes nos esquecemos”.  

À semelhança do que sucedera no ano anterior, como explicou o diretor do AEFP, o exercício realizou-se intencionalmente no período em que o AEFP recebeu, no âmbito de um projeto Erasmus, a visita de um grupo de professores e alunos estrageiros, ou seja, “pessoas que habitualmente não estão na escola”.

Realizado anualmente, este simulacro permite não só preparar a comunidade escolar para uma eventual situação de emergência, como permite também testar a articulação entre as várias entidades ligadas à proteção civil e serve de treino, nomeadamente para os elementos do corpo de bombeiros.



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